terça-feira, 16 de novembro de 2010

Equipe de Dilma prepara reajuste real do Bolsa Família


Marcia Lopes, ministra do Desenvolvimento Social: "O que está em jogo não é apenas o impacto financeiro do reajuste"

A equipe de transição da presidente eleita, Dilma Rousseff, avalia a concessão de um reajuste acima da inflação para os benefícios do Bolsa Família. De acordo com análise feita no governo, a reposição de pouco mais de 9% da inflação acumulada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) desde o último reajuste não seria suficiente para começar a tirar do papel a promessa de erradicar a pobreza extrema no País, feita durante a campanha ao Planalto.

Bernardo defende critério de reajuste para Bolsa Família
Reajuste do mínimo deve seguir critérios técnicos, diz Bernardo
Em maio de 2009, quando ocorreu reajuste do Bolsa Família, o benefício passou a variar de R$ 22 a R$ 200, dependendo do grau de pobreza e da quantidade de filhos da família. Neste ano o valor ficou congelado por causa da eleição. O projeto de lei do Orçamento da União enviado ao Congresso pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva tampouco prevê reajuste. A decisão ficará para Dilma. Os gastos anuais do programa estão estimados em R$ 13,4 bilhões.

Hoje, o País tem 8,9 milhões de miseráveis, depois da queda de 12% para 4,8% do porcentual da pobreza extrema observada entre 2003 e 2008. Esses são dados usados pelo Ministério do Desenvolvimento Social, responsável pelo Bolsa Família. O número de pobres varia porque não existe uma linha de pobreza única no Brasil.

"O que está em jogo não é apenas o impacto financeiro do reajuste, é preciso eliminar a pobreza extrema", disse a ministra Márcia Lopes (Desenvolvimento Social), que trabalha "cenários" para a concessão do próximo reajuste. Segundo ela, a nova etapa do Bolsa Família vai depender também dos resultados do Censo, esperados para dezembro. Neles, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fará um retrato mais fiel da pobreza do País. imite de dois. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

TIRIRICA LEU, ESCREVEU E SERÁ DIPLOMADO.


O presidente do TRE-SP, Walter de Almeida Guilherme, afirmou nesta quinta-feira, 11, que o deputado federal eleito, Francisco Everardo Oliveira Silva, o palhaço Tiririca (PR) - o mais votado por São Paulo, com um total de 1,353 milhão de votos -, será diplomado independente da decisão do processo para comprovar se ele é ou não é alfabetizado. Guilherme afirmou ainda que o palhaço conseguiu ler e escrever o que foi pedido no teste. Indagado se o deputado sabe realmente ler e escrever, o desembargador disse que seria leviano de sua parte se antecipar sobre o assunto. “É o juiz quem vai responder sobre isso.”
Segundo o presidente do TRE-SP, Tiririca se submeteu a um teste de leitura e de escrita durante audiência na sede do TRE-SP. O deputado se recusou a fazer a perícia técnica para comparar sua escrita com a de sua mulher, que teria ajudado o deputado a preencher a declaração de instrução entregue à Justiça Eleitoral. “Ele se recusou e tem base para recusar”, disse o desembargador, ressaltando que Tiririca não é obrigado a criar provas contra si mesmo.
TESTE
O deputado de maior votação no Estado de São Paulo teve de ler a manchete de ontem do Jornal da Tarde - “Procon manda fechar loja que vende itens vencidos” - e o olho da matéria: Medida inédita suspende as atividades de 11 supermercados da capital durante período de 12 horas. Segundo órgão de defesa do consumidor, a aplicação de multas não surtiu efeito, já que as lojas punidas são reincidentes na infração”.
Tiririca também teve de ler o título e o olho da matéria de capa de variedades do mesmo jornal: “O tributo final a Senna” e “Estreia amanhã filme que homenageia o piloto brasileiro, relembrando os tempos de glória, as brigas com dirigentes, a rivalidade com Prost e pouco da vida pessoal”. Já o ditado foi tirado da página 51 do livro: “Justiça Eleitoral - uma retrospectiva”, editado pelo TRE-SP em 2005. A frase é de um texto intitulado “a justiça brasileira pós Estado Novo”, de autoria de José D’Amico Bauab, mestre em direito pela Universidade de São Paulo e servidor do tribunal na Capital. “A promulgação do Código Eleitoral em fevereiro de 1932, trazendo como grandes novidades a criação da Justiça Eleitoral”.
O desembargador afirmou que Tiririca “deu conta de ler tudo”, referindo-se ao texto do jornal. Sobre o ditado, afirmou que o deputado “soube escrever”. Apesar de todo o imbróglio, o presidente do TRE-SP afirmou que a decisão do juiz Aloísio Silveira não vai interferir na diplomação do deputado federal eleito. Isso porque a decisão do tribunal que permitiu que Tiririca concorresse não está sendo contestada e permanece intacta. “O registro foi deferido e tecnicamente não existe nenhuma provocação para que se desfaça esse registro. Isso poderá vir a ocorrer com algum recurso que possa ser impetrado, mas não existe o processo para anular esse registro”, reiterou (Fonte: Agência Estado)

domingo, 7 de novembro de 2010

G-20 abre em clima de cada um por si


Depois de realizar quatro encontros marcados pela linguagem da cooperação no enfrentamento da crise financeira global, os líderes dos países do G-20 se reúnem nesta semana na Coreia do Sul sob a ameaça de uma guerra cambial que pode ter efeitos devastadores sobre o comércio mundial.

O cenário no qual presidentes e primeiros-ministros das maiores economias do mundo se encontrarão ficou mais incerto com o anúncio de que os Estados Unidos injetarão US$ 600 bilhões na economia até meados de 2011, aliado à tendência de agravamento dos desequilíbrios globais que estiveram na origem da crise iniciada em 2008.

O fraco crescimento dos países ricos completa o quadro que pode desencadear a erosão do consenso dentro do G-20. 'Há risco de o espírito de cooperação global desaparecer ou enfraquecer e dar lugar a uma atitude de cada um por si', disse em Pequim na semana passada o economista Don Brean, professor da Universidade de Toronto e diretor do G-20 Research Group, com sede no Canadá.

O 'salve-se quem puder' é a principal característica da guerra cambial, na qual cada país atua individualmente para promover a depreciação ou evitar a apreciação de sua moeda, com o objetivo de estimular suas exportações e, por tabela, o crescimento econômico.

Na avaliação de Brean, as chamadas desvalorizações competitivas são apenas uma prévia da adoção de medidas protecionistas e retaliações que podem afetar o comércio global.

Ceticismo. Michael Pettis, professor de Finanças Internacionais da Universidade de Pequim, é cético quanto à possibilidade de um acordo no âmbito do G-20 que afaste a ameaça de uma guerra cambial.

Desde a eclosão da crise atual, em 2008, Pettis sustenta que uma das maiores ameaças à recuperação global é uma guerra comercial semelhante à que o mundo experimentou no período de 1929 a 1934, quando o comércio mundial encolheu 70% em razão de barreiras impostas pelas nações.

A origem do problema atual é que todos os países querem crescer com o aumento de suas exportações e a conta não fecha, já que alguém tem que comprar. A situação foi agravada pela política monetária expansionista dos Estados Unidos, que vai provocar a desvalorização do dólar e a valorização de grande parte das demais moedas - ou pelo menos as dos países que têm câmbio flutuante.

'O aumento da quantidade de dólares na economia vai levar à desvalorização do dólar em relação a todas as outras moedas e provocar incerteza e volatilidade no mercado global de câmbio', observou Brean.

Em tese, a China deveria espelhar a desvalorização do dólar com a valorização de sua moeda, já que é o país que lidera o grupo de nações que possuem superávit em conta corrente, em contraposição aos deficitários norte-americanos.

Mão de ferro. Mas como o câmbio chinês é controlado com mão de ferro pelo governo e outros países asiáticos intervêm para conter a alta de suas moedas, o peso do ajuste pela desvalorização do dólar recai nas demais nações, entre as quais o Brasil, que luta para evitar a elevação no valor do real.

Segundo Pettis, a única maneira de os outros países ampliarem suas fatias no bolo de exportações é o aumento do já enorme déficit comercial norte-americano, o que Washington não permitirá. 'O mundo todo está tentando crescer por meio das exportações para os Estados Unidos e o governo fará alguma coisa, como elevar tarifas e aumentar o protecionismo.'

Em sua avaliação, a responsabilidade pela tensão atual não é apenas dos Estados Unidos, mas também dos países superavitários, como China, Japão e Alemanha. A única solução possível para evitar a degradação do cenário mundial é uma ação coordenada que ataque a origem dos desequilíbrios globais, marcados pelo excesso de consumo nos Estados Unidos e de poupança na China.

Desequilíbrios. No momento posterior à crise, os dois países conseguiram reduzir seus desequilíbrios em conta corrente, mas eles voltaram a se agravar nos últimos meses, o que evidenciou que os fatores que estiveram em sua origem não desapareceram.

O economista-chefe do Banco Mundial na China, Ardo Hansson, disse na semana passada que a correção dos desequilíbrios vai exigir a apreciação do yuan e a depreciação do dólar. 'A questão é como obter isso de maneira gradual.'

No encontro preparatório da reunião de líderes que realizaram no mês passado, os ministros de Finanças e presidentes de Bancos Centrais do G-20 concordaram em caminhar na direção de taxas de câmbio mais influenciadas pelo mercado e pelos 'fundamentos da economia' e prometeram evitar 'desvalorizações competitivas' de suas moedas.

Porém não há previsão de medidas concretas a serem adotadas nem qualquer sanção a países que eventualmente violem o que foi acordado. Na opinião de Brean, é pouco provável que os presidentes e primeiros-ministros avancem em relação aos compromissos assumidos por seus ministros.

Redes sociais influenciam nas decisões de compra de 25% dos usuários de internet

SÃO PAULO – As redes sociais ajudam nas decisões de compra de 25% dos usuários de internet, segundo pesquisa do Ibope Mídia. Na região metropolitana do Rio de Janeiro, por exemplo, esse percentual sobe para 33%.

O estudo, realizado com 8.561 pessoas de dez anos de idade ou mais, em 11 regiões metropolitanas do País, mostrou ainda que 20% desses internautas afirmaram que compraram um celular ou mudaram seus planos de telefonia para acessar redes sociais com mais facilidade.

A maior parte dos entrevistados aprova ações de mercas nas redes sociais, afirmando se sentir confortáveis quanto às empresas usarem as redes para divulgar seus produtos ou serviços. Eles também aceitam facilmente as empresas a usar redes para analisar o comportamento dos consumidores e se comunicar com eles.

Comportamento

O estudo mostrou ainda que quase todos os usuários (96%) são os internautas do tipo “watchers”, que assistem, lêem e ouvem conteúdo nas redes sociais. Também 83% são “sharers”, que compartilham conteúdos.

Em menor proporção, estão os “commenters”: 44% dos internautas brasileiros avaliam, comentam e participam dos conteúdos, enquanto 33% são “producers”, que publicam, mantêm e criam conteúdo e apenas 10% são “curators”, que editam, moderam e influenciam nas redes.

Metade dos Estados que defendem a volta da CPMF não investe 12% na saúde

Grande parte dos Estados cujos governadores eleitos integram o movimento pela volta do imposto do cheque para custear a saúde pública não aplica os 12% como previsto na Constituição e nos critérios estabelecidos pela resolução do Conselho Nacional de Saúde (CNS).

As informações constam da análise técnica das receitas e das despesas dos Estados do Ministério da Saúde. Os dados consolidados mais recentes são referentes a 2008. O balanço mostra que 13 Estados não atingiram o porcentual de 12% dos recursos com a saúde pública em 2008.

Entram nesse rol o Piauí, Ceará, Paraíba, Minas Gerais, Mato Grosso e Rio Grande do Sul, cujos governadores eleitos ou reeleitos declararam ser a favor da volta de um imposto nos moldes da Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF), como levantamento publicado ontem no Estadão.

A nota técnica do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde e do Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento do ministério leva em conta os dados declarados pelos governos estaduais, relatórios de execução orçamentária, dados de receita e de despesa com saúde.

Os Estados informam ter atingido o mínimo exigido de gastos, mas incluem como despesas com saúde ações não diretamente destinadas a serviços de acesso universal, igualitário e gratuito e confundindo o setor com outras áreas de políticas públicas.

Eles declaram, por exemplo, gastos em instituto de previdência e em assistência médica de servidores, em fundo de apoio habitacional de assembleia estadual, em melhorias no sistema prisional, agricultura familiar e com ações de assistência social.

A resolução do CNS (número 322 de 8 de maio de 2003) em vigor e defendida pelos parlamentares e entidades de saúde pública no projeto de regulamentação da aplicação dos recursos, apelidada de emenda 29, em tramitação no Congresso é clara e específica sobre o que pode ser ou não considerado gasto dentro desse porcentual de 12%.

O Rio Grande do Sul foi o Estado que menos aplicou recursos na saúde pública em 2008 (4,47%). Nos dados enviados pelo Estado constam gastos de R$ 921,81 milhões, mas a análise do balanço de gastos concluiu que foram aplicados R$ 616,81 milhões. Entre as despesas, a análise constatou uso do dinheiro para gestão de saúde do servidor público estadual, saneamento básico urbano e programa de prevenção da violência.

Ajuda. No Ceará, foram contabilizados R$ 38,3 milhões de gastos com a saúde de servidores e R$ 5,6 milhões com residência médica. O Estado informou ter gasto R$ 1,07 bilhão com saúde pública, mas a análise constatou R$ 719 milhões. 'O total de despesa com saúde declarado é superior ao analisado no balanço geral do Estado', diz nota técnica aprovada pelo ministério.

A aplicação dos recursos fora dos critérios da resolução tem acumulado um passivo nos últimos 10 anos que pode chegar a R$ 16 bilhões. Na reunião de ontem do Conselho Nacional de Saúde foi levantada a discussão de uma ajuda do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aos Estados que, ao mesmo tempo, serviria para injetar recursos no Sistema Único de Saúde (SUS).

'É impossível exigir dos Estados que coloquem em dia os recursos de uma hora para outra. Devemos fazer um estudo de securitização financiado pelo BNDES', afirmou Elias Jorge, diretor do Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento do Ministério da Saúde. A exemplo do que faz com empresas e com dívidas agrícolas, o BNDES colocaria os recursos para os Estados que, poderiam aplicar em ações do SUS e zerar esse passivo. 'Um fundo de investimento seria criado e, a partir daí, Estados e municípios passariam a cumprir o previsto.'

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Bulgária e Macedônia 'disputam' origens de Dilma Rousseff


Pai de Dilma emigrou ao Brasil nos anos 40

As origens da família da presidente eleita Dilma Rousseff provocaram desavenças entre meios de comunicação da Bulgária e da Macedônia.

A agência de notícias búlgara Novinite.com escreveu nesta quinta-feira um editorial criticando o jornal macedônio Dnevnik, por 'informações inverídicas sobre a recém-eleita presidente do Brasil'.

Na quarta-feira, o Dnevnik publicou reportagem que diz que Petar Russev - pai de Dilma, que quando emigrou ao Brasil, no anos 40, mudou seu nome para Pedro Rousseff - tem 'origens macedônias', porque, alega o jornal, nasceu numa vila chamada Gabrovo, na 'região macedônia de Pirin'. O Dnevnik cita como fonte um grupo no Facebook que teria sido reproduzido pela Novinite.

A agência búlgara negou e reagiu dizendo que a reportagem macedônia é 'tendenciosa' e 'confunde dois lugares na Bulgária': a cidade de Gabrovo, no centro do país, onde há registros sobre a família Rousseff, e a vila de Gabrovo, na região de Pirin, sudeste do país.



Divulgação/Município de Gabrovo

BBC Brasil

"Gabrovo, no centro da Bulgária (Divulgação/Município de Gabrovo)"
A Gabrovo do centro da Bulgária organizou mostra sobrre os Rousseff

Pirin é uma região que pertence oficialmente à Bulgária, mas tem uma presença significativa de habitantes de origem macedônia, segundo a seção macedônia do serviço mundial da BBC.

O jornal macedônio Dnevnik, o mais lido do país, não explica como concluiu que o pai de Dilma teria nascido na região de Pirin.

Já na cidade de Gabrovo, no centro da Bulgária, há registros (ainda que poucos) sobre Petar Russev, e o município organizou uma exposição com fotos da família da presidente eleita brasileira, além de árvores genealógicas.

Fronteiras

A Novinite acusa a reportagem do Dnevnik de 'aparentemente brincar com a reivindicação latente circulada pela imprensa macedônia de que o sudeste da Bulgária é 'território macedônio''. A agência pediu uma retratação ao jornal, mas até esta quinta-feira não tinha recebido resposta.

O geógrafo brasileiro Nelson Bacic Olic, autor de livros sobre o Leste Europeu e um dos editores do jornal de geopolítica Mundo, explicou à BBC Brasil que diversos países - como Bulgária, Grécia e Albânia - têm até hoje resquícios da região histórica da Macedônia e populações dessa origem.

'É um mapa intrincado. A região passou por intensas mudanças de fronteira em sua história', explica. 'Em momentos de crise (como o atual), reacendem ali reivindicações nacionalistas.'

A região de Pirin, por exemplo, trocou de mãos entre búlgaros e macedônios durante a Segunda Guerra Mundial, mas hoje pertence oficialmente à Bulgária.

Segundo a jornalista búlgara Milena Hristova, da Novinite, a posse búlgara do território 'é questionada apenas por elementos radicais da Macedônia e pela imprensa'.

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O FILME JOGOS MORTAIS "O FINAL" ESTRÉIA HOJE NOS CINEMAS.


'Jogos Mortais - O Final' - As armadilhas de Jigsaw ganham uma nova dimensão no sétimo filme da bem-sucedida série de terror que, de acordo com os produtores, será o último. E, como capítulo final, o terror ganha novas dimensões com a exibição também em 3D. Agora, Bobby (Sean Patrick Flanery), um especialista em autoajuda e também sobrevivente de um dos mortais jogos do vilão da série, se une a um grupo de vítimas que busca superar o trauma e as sequelas dos jogos de Jigsaw. Mas suas mentiras desencadeiam uma nova onda de horror promovida pelo legado de Jigsaw.

Com a participação especial de Chester Bennington, vocalista da banda de rock americana Linkin Park, a franquia Jogos Mortais chega ao fim com a estreia do sétimo filme: Jogos Mortais - O Final. Pela primeira vez com a tecnologia 3D, o longa promete aterrorizar ainda mais o público e explicar pontos que ficaram em aberto nas outras edições.

Depois da morte de Jigsaw (Tobin Bell) - um maníaco com câncer terminal que torturava psicologicamente suas vítimas antes de matá-las, para que aprendessem a valorizar a vida - os sobreviventes das sessões de tortura se unem para buscar respostas sobre os acontecimentos. Com o objetivo de superar os traumas e sequelas, buscam auxílio com perito de auto-ajuda Bobby Dagen (Sean Patrick Flanery), também vítima do psicopata.

O que o grupo não imaginava é que poderia passar por mais momentos difíceis e perigosos, já que Bobby Dagen também guarda segredos obscuros que irão desencadear mais uma onda de horror, revelando todo o legado deixado por Jigsaw.

O último filme desta que é a mais bem-sucedida franquia de terror arrecadou US$ 22,5 milhões no final de semana do Dia das Bruxas nos Estados Unidos. Para garantir o sucesso da sequência, David Hackl - que comandou o quinto filme e produziu o segundo, o terceiro e o quarto - é quem assina a película.


INFORMAÇÕES

Censura: 18 anos
Diretor: Kevin Greutert
Elenco: Tobin Bell, Cary Elwes, Sean Patrick Flanery
Nome Original: Saw 3D
Ano: 2010
País: EUA/Canadá/Reino Unido/Austrália
Duração: 90 minutos
Site: Oficial